No auge do anonimato [contos] (e-book)

Em abril de 2017 o AntimidiaBlog completou dez anos no ar. Setembro marca o mês de mudança de plataforma do blog, o que significa cinco anos no WordPress. Este mês o AntimidiaBlog também alcançou a marca de 18 meses de atualizações ininterruptas. São 72 sextas-feiras consecutivas com um post novo. Um recorde para o blog, que está a todo vapor.

Antes de falarmos do novo lançamento e todas as suas novidades, cabe aqui uma breve explicação (sem justificativa) e um pedido de desculpas aos leitores. Em 15 de junho de 2016 o AntimidiaBlog realizou uma pesquisa para escolher os 20 melhores contos publicados no blog. Gostaria de aproveitar a chance para agradecer a todos que responderam. Por falta de tempo não consegui viabilizar aquele projeto. Desculpem. Prova disso é o tempo que se deu entre o lançamento da coletânea 440hz – Rumo à lugar nenhum (PDF) e No auge do anonimato.

Chegamos lá! É com grande prazer e enorme alegria que o AntimidiaBlog oferece aos seus leitores a coletânea de contos No auge do anonimato.

A parte das novidades se refere à multiplicidade de formatos em que No auge do anonimato está disponibilizado para os leitores. Atendendo a pedidos, temos a versão ePub, que atinge uma grande parcela dos dispositivos de leitura digital. Para o Kindle, oferecemos a versão Mobi. Por fim, a versão PDF, que já é de praste.

Escolha a que melhor se adequa ao seu dispositivo, ou faça o download das três, para ter No auge do anonimato em todos os seus dispositivos. Fique a vontade:

No auge do anonimato - Eder Capobianco - Capa PequenaEsta coletânea apresenta 15 contos que não se relacionam, a não ser pelos personagens anônimos que não vão chegar a lugar nenhum, e nem por isso não tem momentos de emoção e glória em suas trajetórias pela cruel existência. Muito ao contrário, a vida oferece para eles violência, sexo e drogas numa intensidade que o sucesso jamais proporcionaria. A emoção de viver sem expectativas não tem preço.

As narrativas são escorregadias e pegajosas, apresentadas em estruturas simples e curtas, mas nem sempre seguindo os padrões da tradicional literatura da família brasileira. Não porque sangue e putaria transbordam de cada cena, mas porque em alguns casos a espinha dorsal é um tanto quanto torta, em outros o reboco está meio chapiscado e existem também os contos de entranhas expostas.

Julgados pela libertinagem e o vício, é o anonimato que protege esses queridos personagens da crucificação e da justiça moral das massas. O peso de estar numa rotina onde cada dia é um sonho não realizado já é desafio o suficiente para quem não busca paz ou guerra, só sobreviver. O único final feliz que eles podem encontrar é o conforto de estarem protegidos do estouro da manada.

Obrigado pelas leituras.

Abraços!

Eder Capobianco